Hoje, pelo o que foi e pelo o que restou, por tempos remotos que, esperançosamente, hão de vir, e por cada nota que embalou noites solitárias com perfeição de mãe, vos dedico uma canção:

Loving you madly will be forever

I see the ocean in your eyes when we’re together

There are no boundaries, there are no limits

My heart has been embraced now that you’re in it

Hold me closer to your dreams, closer to your fears

Close to hear your laughter

Hold me when you’re close to tears…

Time passes by seconds into minutes

Every field and flower fades but love is infinite

There are no boundaries, there are no limits

My heart is a bigger place now that you’re in it

How tight can you hold me?

How long can we stay awake?

How high can we laugh?

How much love can we make?

Hold me closer to your dreams, closer to your fears

Close to hear your laughter

Hold me when you’re close to tears

I wanna be the one you tell your secrets to

All I want is to be closer

Closer

To you

phewww…

Faz tanto tempo que me encontro nesse não passar do tempo.

Tenho recebido sinais diários de que pertenço a outro eu. Transpassam-me os ossos, os nervos, o sangue… Mas eu continuo aqui, diferentemente igual. Tudo o que é novo é ao mesmo tempo tão familiar, que os dias assumem uma tonalidade pálida de verde com branco: leves, mas, ainda assim, sufocantes.

Por ora, sou feito de paradoxos. Não por muito tempo.

Preciso ir embora.

phewww…

Não é todo dia que recebo novidade capaz de me fazer parar, e refletir, e considerar, e mudar. Mas, todo dia é dia de me redescobrir em paragens inesperadas e reinventar aquele “eu” dito nas conversas entre amigos e estranhos e amigos estranhos. Isso porque não me conheço e, portanto, não permito que conheçam além do necessário para manter as pessoas ao meu redor.

Gosto do sempre aberto jogo do indizível e de curtir a vida por todos os ângulos, especialmente aqueles que não me pertencem. Demoro a reagir positiva e verdadeiramente a qualquer estímulo, mas eu sou legal.

Tudo o que for escrito aqui não passa de suspiros absurdamente falsos. E o que for lido tranformar-se-á em qualquer coisa. Ambos, o escrito e o lido, são extremamente abstratos e um bocado engraçados, pois o ridículo está em todo aquele que vive e tenta compreender algo, mesmo que de passagem.

Bem-vindos. Esse é o meu novo blog.

Ah! E feliz Ano Novo.

phewww…